Sou Alexandra Ribeiro — a pessoa de IT que a sua empresa não tem.
Engenheira informática com 20 anos de consultoria e desenvolvimento de software. Hoje trabalho como Diretora Técnica Externa para PME portuguesas na fase em que a operação já pede mais organização do que um Excel aguenta — a tradutora entre o negócio e a tecnologia.
Provavelmente conhece a fase em que a sua empresa está: a faturação corre no Moloni ou equivalente, os documentos vivem no Drive, há um Trello algures — e, no meio disto tudo, o verdadeiro sistema de gestão são ficheiros Excel dispersos. Cada pessoa tem a sua folha, ninguém sabe o estado real dos projetos, e o dia passa-se a apagar fogos.
Quando uma empresa nesta fase procura ajuda, costuma receber uma de duas respostas: uma proposta de ERP com números de 5 dígitos e um ano de implementação, ou silêncio. Eu faço o meio-termo que falta: percebo primeiro como o negócio funciona, ligo as ferramentas que já existem e construo um sistema simples, à medida, por fases — com resultados visíveis desde as primeiras semanas.
E faço mais uma coisa, que quase ninguém oferece: quando tem de falar com empresas de software, fico do seu lado da mesa. Traduzo as propostas, faço as perguntas difíceis e garanto que compra o que precisa — não o que lhe querem vender.
É esse compromisso de independência — recomendar apenas o que serve o negócio, sem comissões de nenhum fornecedor — que sustenta tudo o resto do meu trabalho.

A minha história

Passei 20 anos em engenharia informática, entre consultoria e desenvolvimento de software: implementação de sistemas empresariais, bases de dados, infraestrutura, segurança e projetos nacionais e internacionais.
Vi de perto os dois extremos. De um lado, projetos grandes que demoravam anos e chegavam ao fim já desajustados do negócio. Do outro, empresas pequenas a improvisar com folhas de cálculo porque ninguém lhes oferecia uma alternativa proporcional.
Hoje uso essa experiência ao serviço desse meio-termo: sistemas construídos em low-code — ferramentas que permitem criar sem programar de raiz — sobre o que a empresa já usa, pelo método DPI: diagnosticar primeiro, priorizar depois, implementar por fases pequenas. E, porque um sistema sem manutenção morre em meses, fico depois da entrega: dúvidas, backups, segurança e evolução.
O resultado típico da primeira fase? Um exemplo real: numa avaliação de proposta de ERP de 32.000€ para uma PME de 8 pessoas, o problema resolveu-se com o módulo do Moloni que a empresa já pagava sem usar, mais um painel de projetos construído em 6 semanas.
Os meus valores
Simplicidade
Escolho sempre a ferramenta mais simples que resolve. Muitas PME funcionariam perfeitamente com um CRM simples e uma central de informação — e acabam com plataformas sofisticadas que ninguém usa.
Independência
Sem comissões de nenhum fornecedor. Recomendo o que serve o negócio, mesmo quando a recomendação não me beneficia — incluindo dizer «este pedaço não é para mim».
Compatibilidade
Ligo o que já usa — Outlook, Teams, Google Drive ou Gmail — para que as ferramentas passem a falar entre si, e automatizo o que é repetitivo. Nunca empurro para um ERP ou um sistema novo e complexo quando a resposta certa é mais simples.
Resultados mensuráveis
Cada fase tem um número associado: horas poupadas por semana, subscrições eliminadas, tempo de resposta reduzido. O que se mede, melhora-se.
Exemplos de ferramentas, softwares e plataformas com as quais trabalho:
Low-code (construção à medida sem programar de raiz): Supabase, WeWeb, Make
Faturação: Moloni, InvoiceXpress, Primavera (softwares portugueses, certificados pela AT)
Automação e integrações: Make.com, n8n, Zapier
Gestão e projetos: Monday, Notion, Trello, Atlassian Jira
Produtividade: Google Workspace, Microsoft 365
Registo de tempos e medição: Toggl
Bases de Dados: SQL, Supabase
… e mais!

Para quem é este trabalho?
Trabalho com PME portuguesas com modelo de negócio validado, clientes reais e faturação estável — cuja maturidade já ultrapassou a fase de decisões avulsas e ferramentas soltas.
PME que vivem em Excel
Já usam Moloni, Drive e outras ferramentas — mas nada fala com nada, e a informação vive em folhas dispersas.
Empresas com uma proposta de software na mesa
Receberam uma proposta de ERP ou de software e precisam de alguém do seu lado a traduzir antes de assinar.
Equipas em salto de crescimento
Ganharam clientes, contrataram pessoas — e os processos informais rebentaram pelas costuras.
