Tecnologia com método, não por impulso

A maioria das empresas começa pela ferramenta: compra-se o software e depois logo se vê — e é por isso que a maioria dos sistemas acaba abandonado. Eu trabalho pela ordem inversa: primeiro perceber como o negócio funciona de facto, depois decidir o que merece atenção, e só então implementar — por fases pequenas, com resultados visíveis desde as primeiras semanas.

Serviços

Diagnóstico — o mapa antes da obra

O primeiro passo de qualquer projeto: uma a duas semanas a perceber como a empresa trabalha de facto — não como está escrito que trabalha. Como numa obra em casa, ninguém pinta as paredes antes de resolver a canalização.

  • Mapa da operação: o que existe, o que falta, o que está a desperdiçar tempo e dinheiro
  • Custo do caos: horas semanais perdidas em tarefas manuais e retrabalho, multiplicadas pelo valor/hora — o custo mensal, em euros, de continuar assim
  • Limpeza de entulho digital: subscrições esquecidas e ferramentas pagas sem uso — uma vitória rápida que frequentemente paga o próprio diagnóstico

Intermediação técnica com fornecedores

Recebeu uma proposta de ERP ou de software e o fornecedor diz que «é tudo muito simples»? Antes de assinar, deixe-me ler isso consigo.

  • Tradução de propostas e contratos de software para linguagem de negócio
  • As perguntas difíceis feitas ao fornecedor por quem fala a mesma língua técnica
  • Acompanhamento da entrega: o que foi prometido é o que é entregue

Sistemas à medida em low-code

Low-code — ferramentas que permitem construir sistemas sem programar de raiz (Supabase, WeWeb, Make) — sobre as ferramentas que a equipa já usa, sem obrigar a mudar tudo.

  • Cockpit de gestão: um painel onde vê o estado de cada projeto, quem está a fazer o quê e quanto tempo custa cada trabalho
  • Automações e integrações entre as ferramentas existentes (Moloni, Google Workspace, Drive)
  • Implementação por fases pequenas, com a primeira melhoria visível em poucas semanas — nunca projetos «big bang» de 18 meses

Manter & Proteger

Os sistemas nas PME morrem sobretudo por falta de manutenção, muito mais do que por má implementação. Um sistema sem dono volta ao Excel em três meses.

  • Gestão do dia a dia: criação de contas de email profissional e acessos para novos colaboradores, atualização de conteúdos no site institucional e manutenção da loja online — tudo o que a operação precisa, sem ter uma equipa de IT interna para tratar disso
  • Acompanhamento contínuo: dúvidas da equipa, atualizações, ajustes e evolução do sistema à medida que o negócio muda
  • Backups reais e auditoria de acessos — as chaves mestras ficam sempre em nome da empresa, sem portas abertas para ex-colaboradores
  • Plano de recuperação escrito: se o site for invadido ou uma conta bloqueada, o negócio volta a funcionar em horas, não em semanas

Sessão de Consultoria Digital

Para independentes e negócios em arranque que ainda não precisam de um sistema completo — um serviço pontual, com preço fechado.

  • Sessão online única para analisar a situação atual
  • Relatório com próximos passos e ferramentas aconselhadas
  • Sem retainer nem compromisso de continuidade

O que me diferencia

1

Dos consultores tradicionais

O consultor ouve, aconselha e entrega um relatório. Eu desenho e construo: o diagnóstico termina em sistemas a funcionar, não em PowerPoints — e fico depois, para a manutenção, as dúvidas da equipa e a evolução.

2

Das agências e implementadoras de ERP

A agência vive de vender projetos grandes; eu vivo de relações longas com sistemas pequenos que funcionam. E quando a agência é mesmo a resposta certa, fico do seu lado da mesa: traduzo a proposta, aperto os requisitos e fiscalizo a entrega.

3

Dos freelancers de automação

O freelancer executa bem uma peça e desaparece. Eu penso o sistema inteiro antes da peça — a pergunta-âncora é «quantos clientes tem hoje e quantos quer ter?» — e assumo responsabilidade contínua: manutenção, segurança, backups.

Uma Diretora Técnica Externa ocupa um lugar que consultores, agências e freelancers deixam vazio — o lugar de quem responde pelo resultado e fica do lado do cliente na mesa.

O primeiro passo são 15 minutos

Uma chamada sem compromisso para perceber como a sua operação funciona hoje e se faz sentido avançar para um diagnóstico.

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Funciono como o departamento de IT externo que a empresa não tem. Nem sempre isso significa construir sistemas de raiz, o diagnóstico inicial pode terminar de três formas diferentes: usar melhor o que já paga e não aproveita, ligar ferramentas que já tem para começarem a falar entre si, ou construir uma peça à medida, quando não há alternativa mais simples que resolva. A partir daí, fico também disponível para configurações práticas, dúvidas do dia a dia da equipa, e para avaliar ou negociar propostas de fornecedores de software em seu nome.